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domingo, 18 de novembro de 2012
o alvo
é tudo que mira
e cabe nos signos
o resto da página
está cheio de vazios
e a palavra
dura
o espaço
todo
domingo, 27 de março de 2011
quadrante
fora dessa janela
vive o mundo
enquadrado de solidão
atrás do meu corpo
abro a porta do céu
uma legião de janelas tagarelas
olhando pela janela
minha vida treme
derrubo o céu
e quebro o mundo
no solo da minha queda
dentro dos meus olhos
fecho as certezas
e liberto sonhos
das celas da minha mente
domingo, 20 de março de 2011
com os olhos inun
dados de signos
mergulho entre
enchentes de sentidos
uma janela
boiando sobre a vista
cujo colete
nada
superfície de versos
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
vou morrendo
com o universo
fermentando o espaço
dentro do infinito vivo
abro alas
com os versos
remodelando possibilidades
ecdises do eu
metamoforse de signos
provocando o intangível
a outra parte oculta
de reinventar o inacabado
terça-feira, 12 de outubro de 2010
na mira do agora
escrevo nuclear mente
a bomba de mim
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
fome
meus pensamentos
são urubus
carentes
com
descen
dentes
devoradores
de luxações dos olhos
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Zen Yamatukan
Zizi Farias