fora dessa janela
vive o mundo
enquadrado de solidão
atrás do meu corpo
abro a porta do céu
uma legião de janelas tagarelas
olhando pela janela
minha vida treme
derrubo o céu
e quebro o mundo
no solo da minha queda
dentro dos meus olhos
fecho as certezas
e liberto sonhos
das celas da minha mente
domingo, 27 de março de 2011
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